A entrevista foi realizada a João Travessa, sócio-gerente da empresa Travessaluideias, Lda., situada em Fajarda, Coruche. A empresa dedica-se à área do alumínio, ferro e inox, destacando-se pela produção e montagem dos seus produtos.
A Travessaluideias tem como principais objetivos garantir a qualidade dos seus produtos e serviços, cumprir com os requisitos dos clientes e assegurar a sua satisfação. A empresa valoriza também o profissionalismo e a inovação, tanto na área administrativa como na produção e montagem.

Travessaluideias, Unipessoal Lda, parceiro Sapaclub
O que o levou a escolher este setor e o que o continua a motivar no dia a dia?
Conheci este setor há uns bons anos, há cerca de 33 anos. Mais ou menos na altura em que saí da escola, entrei neste setor por influência do meu irmão, que já trabalhava nesta área, e, no fundo, segui o mesmo caminho.
O que continua a motivar-me é ter começado por aí e ter seguido em frente. Temos vindo sempre a crescer e, em relação à motivação, no fundo, é o dia a dia que temos e os clientes que temos que nos fazem continuar e nos motivam a andar todos os dias nesta luta para a frente.
Há quanto tempo trabalham com a SAPA e o que considera que tem feito desta uma parceria de confiança ao longo dos anos?
Como te disse anteriormente, já estou neste setor há 30 e tal anos. Quando comecei a trabalhar, a parceria já existia. Na altura, não era SAPA, mas sim, Anodil. E pronto, foi a partir daí que comecei a trabalhar com esta marca e, mais tarde, quando comecei com a minha própria conta, quis manter sempre a parceria com a SAPA, basicamente.
Qual foi o maior desafio que a vossa empresa enfrentou nos últimos anos e o que aprenderam com essa experiência?
O maior desafio que temos tido é o dia a dia. Basicamente, os desafios são pacíficos para nós. Já fizemos obras grandes, que são realmente grandes desafios, mas, com a boa vontade de todos os colaboradores e, muitas vezes, também dos clientes, que têm paciência para nos aturar, conseguimos ultrapassá-los.
No fundo, têm sido esses os principais desafios que temos enfrentado. Nunca tivemos grandes crises, mas temos realizado obras de grande dimensão, que considero uma mais-valia e um desafio que temos conseguido superar.
Não temos muito pessoal, tanto na produção como nas montagens, mas, tendo em conta os meios que temos, conseguimos ultrapassar os desafios que nos são propostos constantemente, ou praticamente todos os dias.
Que características considera essenciais numa parceria de negócio?
Diria que a confiança é uma das características essenciais numa parceria de negócios. Considero que é uma das coisas principais, a par do cumprimento dos timings e da garantia de qualidade. São esses pequenos grandes aspetos que fazem a diferença e contribuem para uma boa parceria.
O que considera que mais mudou na forma de trabalhar e nas exigências dos clientes nos últimos anos?
A forma de trabalhar tem-se reformulado bastante. O alumínio de há 30 anos não é o mesmo de agora, tendo evoluído muito, embora considere que ainda há muito a melhorar.
Relativamente às exigências dos clientes, diria que a Internet veio mudar bastante as coisas. Atualmente, os clientes sabem cada vez mais aquilo que querem, uma vez que conseguem consultar informação sobre os produtos e soluções disponíveis. Quando nos deslocamos ao local para dar um parecer ou apresentar um orçamento, a maioria já tem uma ideia bastante definida daquilo que pretende.
No fundo, a exigência está na qualidade final, e é isso que os clientes têm sempre como resultado.
Quais considera serem os principais benefícios de fazer parte da Sapaclub?
Acho que é uma parceria muito boa que temos e que representa uma mais-valia, não só para nós, mas também para os nossos clientes. Mesmo com a SAPA, acho que esta parceria nos tem dado uma grande ajuda e um importante apoio nesses aspetos.

Olhando para o futuro, que oportunidades ou mudanças no setor acredita que vão marcar os próximos anos?
Se eu adivinhasse, jogava no Euromilhões. Mas, como não adivinho, acho que o setor do alumínio ainda tem muito para crescer. Há muita coisa para desenvolver e muitas melhorias para fazer.
Muitas vezes, falo com o Jorge Santos, que é quem me acompanha mais de perto, e acabamos por ter algumas conversas sobre estas questões e sobre aquilo que tem vindo a mudar no setor. E acho que há mesmo muita coisa ainda por desenvolver.
Relativamente às oportunidades, dependem sempre um pouco dos mercados, mas acho que continuam a existir muitas oportunidades e muitos negócios. Acho que o setor tem tudo para continuar a crescer.
Se tivesse de descrever a SAPA numa só palavra, qual seria e porquê?
Diria confiança, parceria e mais-valia. No fundo, é uma relação que temos mantido ao longo dos anos e que tem sido muito importante para nós.


