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Entrevista Soprac

A entrevista foi realizada a Nelson Fernandes, dono da Soprac.

A empresa conta com 35 anos de experiência no setor, dedicando-se ao fabrico e instalação de soluções em alumínio e PVC. 

Ao longo do seu percurso, tem vindo a destacar-se pela qualidade das soluções que apresenta, aliando experiência, rigor e profissionalismo para responder às necessidades dos seus clientes com produtos duradouros e de elevada fiabilidade.

Localiza-se na Rua Dr. Filipe Cunha Álvares Cabral, n.º 9 – RC, 9500, Ponta Delgada, Portugal.

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Soprac, parceiro SapaClub

Como descreve a identidade e a cultura da vossa empresa?

A SOPRAC é uma empresa sólida e acreditada no ramo da caixilharia nos Açores, sobretudo na ilha de S. Miguel, estando no mercado já há 35 anos. Num meio pequeno como o nosso, a longevidade de uma empresa tem ainda maior significado, uma vez que a nossa maior publicidade é mesmo o “passa a palavra”. Este percurso foi pautado por muito esforço, empenho e dedicação de todos os colaboradores. Embora os sócios e a gerência tenham mudado há cerca de 4 anos, temos membros na equipa desde o dia 0. O nosso compromisso é fornecer soluções personalizadas que correspondem às necessidades de clientes particulares, empresas e profissionais da construção, assegurando a qualidade e o desempenho dos sistemas e soluções propostas/aplicadas.

O que mais orgulho lhe dá quando olha para o percurso da empresa?

Embora tenha assumido a gerência da SOPRAC há apenas 4 anos, já era funcionário da empresa desde 2010, trabalhando desde então na área da orçamentação. Sempre fui muito próximo dos fundadores e antigos sócios, pelo que, desde cedo, me foram transmitindo a história e o percurso da empresa. Isso permitiu-me acompanhar a sua evolução e compreender os desafios e conquistas que enfrentou ao longo dos anos, como acontece com muitas empresas de longa trajetória.

Tanto trabalhamos para empreiteiros gerais de obras públicas e privadas, como trabalhamos para o cliente particular, que necessita apenas de uma portinhola de nicho. Todos são clientes importantes e todos sabem que podem contar connosco.

O que mais me orgulha ao olhar para o percurso da empresa é a confiança conquistada junto de todos os nossos clientes ao longo dos anos, ver clientes satisfeitos com a conclusão dos seus projetos, muitos deles recorrentes e recomendando os nossos serviços. Esta última é a maior prova que estamos no caminho certo e é a principal motivação para continuarmos a crescer e a melhorar.

Como surgiu o primeiro contacto com a SAPA e o que o levou a escolhê-la como parceiro de negócio?

O primeiro contacto com a SAPA surgiu na década de 90, na pessoa do Sr. Eng. Humberto Sampaio, um dos sócios fundadores da empresa. Na realidade, aquando do início da atividade da SOPRAC, só comercializávamos caixilharia de PVC. Durante o primeiro ano de atividade, fomos abordados pela ANODIL (atual SAPA) para comercializar sistemas de alumínio. Desde então, tendo reconhecido a qualidade dos sistemas e a sua aceitação no mercado, temos mantido e solidificado a nossa parceria.

De que forma o facto de estarem sediados nos Açores influencia a gestão do negócio e a relação com os clientes?

A única diferença de estarmos sediados nos Açores, em relação a uma empresa sediada no continente, é termos sempre de somar cerca de duas semanas desde a entrega do material no transitário até à receção do mesmo nas nossas instalações. Na verdade, muitas vezes, quem sempre viveu numa zona mais central e que está habituado a ter tudo sempre “à mão”, não imagina sequer como é viver numa realidade assim. Aliás, não raras vezes, um atraso de apenas um dia na entrega do material no transitário traduz-se para nós num atraso de uma semana na receção do mesmo. Isto prende-se com o facto de só termos transporte marítimo uma vez por semana.

Claro que esta circunstância nos obriga a um planeamento e um controlo muito maior e rigoroso nas encomendas dos materiais.

Em relação aos clientes, a questão é que, sendo um meio pequeno, as relações que se estabelecem com estes não são, nem podem ser, apenas comerciais. São relações de confiança e de credibilidade. Num meio como o nosso, custa muito ganhar um cliente, mas para o perder é muito rápido. Numa situação em que o contacto pessoal tem uma grande relevância, um cliente satisfeito pode, eventualmente, contagiar um novo cliente, mas um cliente insatisfeito contamina rapidamente outros dez potenciais clientes.

De que forma a integração no SAPACLUB contribuiu para a evolução da vossa empresa?

A integração no SAPACLUB é, sobretudo, um reconhecimento e uma acreditação por parte da SAPA na nossa empresa, que a valoriza e transmite confiança aos clientes, sobretudo para os novos clientes. É uma acreditação que tranquiliza os clientes e que é, por si só, um garante de qualidade e de credibilidade.

Que valores procura transmitir à sua equipa no dia a dia?

No dia a dia, os principais valores com que trabalhamos e que estão bem enraizados no nosso ADN são o respeito, compromisso, profissionalismo, responsabilidade e o espírito de entreajuda. De facto, todos os membros da nossa equipa têm esses valores bem presentes, e acredito que a qualidade do nosso trabalho depende da dedicação de cada colaborador. Trabalhamos com afinco, para obtermos os melhores resultados, “como se fosse para nós”.

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O que considera que os clientes mais valorizam atualmente quando procuram os vossos serviços?

Quando um cliente nos procura é porque valoriza o nosso conhecimento na área e a nossa credibilidade. De facto, pelo menos na nossa região, conseguimos prestar um apoio técnico e desenvolver soluções inovadoras, muito acima da média dos nossos concorrentes de mercado. Recorrer à SOPRAC é ter a garantia de que terá o melhor apoio técnico e que serão apresentadas soluções de acordo com as necessidades do cliente.

Sobretudo no que concerne às exigências térmicas e acústicas que os edifícios têm de responder atualmente, recorrer à SOPRAC é sinónimo de garantia de que todos os requisitos serão cumpridos.

Recorrer à SOPRAC é, em suma, valorizar a qualidade do serviço, desde a fase inicial de definição das soluções a implementar até à conclusão da obra.

Se tivesse de definir a SAPA numa palavra, qual escolheria?

Parceria.